12 outubro 2010
06 outubro 2010
O consumo de carne e o meio ambiente
Outro perigo apresentado é a influência negativa deste grande consumo sobre o meio ambiente, pois todos os anos milhares de hectares de florestas são derrubados para a produção de grãos ou para a criação intensiva de gado, principalmente nos países ditos de terceiro mundo, incluindo o Brasil. Existe também o risco de contaminação do solo e dos aqüíferos pelo excesso de pesticidas e herbicidas usados nestas plantações.Hoje em dia temos a consciência que a água não é um recurso infinito, e que se não cuidarmos dos mananciais e do consumo, em breve poderemos ter a escassez deste recurso. Neste quesito consumo de água, a carne é uma grande vilã, pois se para produzirmos 1 kg de batatas gastamos 900 litros de água, para produzirmos 1 kg de carne consumimos 15.000 litros de água! Para completar, a produção de 1 kg de carne contribui para o efeito estufa tanto quanto fazermos uma viagem de carro de 220 km.Os países campeões no consumo per capita de carne são: Dinamarca com 145 Kg/ano, Nova Zelândia com 142,1 Kg/ano e Estados unidos com 124,8 Kg/ano e os entre os que menos consomem estão os africanos: Serra leoa com 6,1 kg/ano, Moçambique 5,6 kg/ano e Burundi com 3,5 Kg/ano, o Brasil ocupa uma posição intermediária com 36,6 kg/ano por pessoa.
Logicamente não estamos pregando a abstinência, mas pregamos o consumo consciente e moderado de carne e seus derivados para que no futuro, se quisermos a sobrevivência da humanidade, não tenhamos que ser forçados a virar vegetarianos.
De certa feita o eminente agrônomo René Dumont, teria dito:
Fonte: http://humanityy.com/ uma organização preocupada com ecologia, bem estar animal e solidariedade humana, conteúdo em Inglês e Espanhol
05 outubro 2010
Repetência não melhora desempenho de aluno, diz pesquisa.
20 setembro 2010
Os jovens e suas Gadgets
Consumo consciente,pratique esta idéía.
09 setembro 2010
Bambu ecológico
Nesta época de procura de soluções para os problemas ambientais, o uso do bambu na fabricação de papel surge como uma esperança contra a destruição de nossas florestas nativas.
Pesquisas mostram que 70% da madeira retirada ilegalmente de nossas florestas nativas, têm como destino a área da construção civil e sabemos também que a matéria prima do nosso papel do dia a dia vem em sua maioria esmagadora de áreas reflorestadas.
Sendo assim, os especialistas dizem que o cultivo comercial de bambu para a utilização na fabricação de papel faria toda a diferença neste cenário, já que o bambu é umas das plantas com crescimento mais rápido, além de ser mais tolerante a solos com pouca fertilização e por seu crescimento rápido tem um alto potencial de seqüestro de carbono e ajuda na recuperação de solos degradados. Segundo os especialistas o bambu da espécie “Bambusa vulgaris”, muito comum no Brasil, possui mais celuloses que as plantas usadas comumente na produção de papel, e a qualidade do papel é igual ou superior ao feito com madeira, geralmente Pinus e Eucalipto. Como já falado o bambu é uma planta pouco exigente em relação à qualidade do solo, podendo ser uma solução para replantio em áreas já desmatadas e em processo de erosão, já que as raízes do bambu formam uma “rede” que propicia a coesão e compactação do solo. Os especialistas afirmam que a plantação de Bambu em grande escala, tornaria o preço do produto igual ou inferior ao da madeira usada na fabricação do papel, um hectare plantado de Bambu, rende tanto quanto um hectare de Eucalipto e quase o dobro de um hectare de Pinus.
Países como a China e a Índia, já notaram o potencial econômico do bambu no mercado mundial de celulose e atualmente são os dois maiores produtores mundiais de bambu com finalidades comerciais, o Nepal e as Filipinas também possuem projetos de reflorestamento com bambus, e o estado Americano do Havaí, esta introduzindo o cultivo do bambu em substituição ao cultivo da cana-de-açúcar. No Brasil existem algumas experiências do cultivo comercial do Bambu no interior do estado de São Paulo e no Maranhão.
A idéia é que, usando o bambu como matéria prima para a fabricação de papel, as madeiras de reflorestamento poderiam ter sua utilização desviada para a construção civil, tirando assim uma enorme pressão de nossas florestas nativas.
Para conhecer as mil e umas utilidades desta planta da família das Gramíneas, visite o site abaixo:



